Video for City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon

Presentation video for the City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon virtual archeology project, which is implementing a possible representation of the Baroque Lisbon of 1755 just before the earthquake destroyed it.

The technology used is Second Life/OpenSimulator and the research project will allow visitors to be immersed in the virtual environment and participate in interactive historical events with other users across the world, simultaneously and in real time.

This project is integrated in the “Connecting Cities” framework of the CHAIA research centre.

Research Team

  • Maria Alexandra Gago da Câmara (Art Historian, Open University, CHAIA)
  • Maria Helena Murteira (Art Historian, Calouste Gulbenkian Foundation, CHAIA)
  • Paulo Alexandre Rodrigues (Art Historian, University of Evora, CHAIA)

Production Team

  • Silvana Moreira (Modeler, Beta Technologies)
  • Luís Miguel Sequeira (System Administrator, Beta Technologies)

Video Production

  • Jeff Bush (Producer, Beta Technologies)
  • Michael Sudyn (Editor, Flying Dreams Inc.)
  • Phil Lee (Narration, CityVox)

Partners

  • CHAIA
  • Beta Technologies
  • King’s Visualisation Lab (King’s College)

12 thoughts on “Video for City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon

  1. Pingback: Beta Technologies » Video for City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon

  2. Cara Rita,

    Infelizmente, a produção do vídeo, assim como a sua locução, representou um enorme investimento para este projecto, que, sem financiamento contínuo assegurado, “vive” de magras e parcas contribuições esporádicas da Universidade de Évora para acções específicas…

    Como o projecto tem sido apresentado em muitas conferências e seminários internacionais, onde tem tido uma óptima aceitação, achou-se por bem investir o pouco que se tinha num vídeo em inglês, visto assim ter uma audiência mais vasta.

    Por favor não entenda este comentário como sendo é um “choradinho” a “lamentar” a falta de verbas! Quando o dinheiro é limitadíssimo, é preciso fazer opções — não sendo possível fazer tudo o que se gostaria, aposta-se naquilo que é mais importante primeiro. No nosso caso, era mais importante ter um vídeo profissional que pudesse ser apresentado em comunicações internacionais. Se algum dia houver verbas para fazer um com locução em português, é o que iremos fazer.

  3. Parabéns pelo trabalho que é de uma qualidade assinalável, pena é que, não disponham de verba, nomeadamente do Instituto Camões para a versão indispensável na língua pátria.

  4. Bom dia.

    Muitos parabéns pela iniciativa e pelos resultados!
    É, de facto, um milagre existirem trabalhos destes em Portugal quando o desinvestimento na Cultura e na Educação é apanágio!
    Quanto ao vídeo estar em Inglês é “um mal necessário” se queremos dá-lo a conhecer fora de portas. E é fundamental fazê-lo!

    Mais uma vez parabéns e votos de reconhecimento do bom trabalho.

    Com os melhores cumprimentos
    Ana Ramos

  5. Os milagres fazem-se: tudo se consegue com carolice, determinação, paciência, e muita, muita teimosia 🙂

    Só é pena é que fazer um vídeo destes custe tão caro. A mim pessoalmente dói-me ver coisas com três anos, já um pouco desactualizadas e historicamente incorrectas (pois entretanto surgiram muito mais fontes…), estarem a ser divulgadas num vídeo destes. Mas o que se pode fazer? Não há mesmo capacidade financeira para fazer um novo vídeo, que estaria, no entanto, um pouco desactualizado ao fim de uns meses à medida que a investigação continua.

    O melhor que se pode fazer (e é o que tem sido dito nas conferências em que o vídeo é apresentado) é explicar que este vídeo mostra um «momento no tempo». Estava correcto, de acordo com a informação que a equipa de investigação tinha na altura em que o vídeo foi feito. Hoje em dia, muito mudou. Mas mesmo um vídeo com incorrecções, que representa um momento da investigação, tem algum valor por si só. Sabemos que tem sido usado em algumas escolas! Os pormenores são mais importantes para os investigadores da área do que para uma divulgação ao país em geral.

    Quanto ao vídeo não ter uma versão portuguesa… é verdade, era bom que alguém tivesse a capacidade financeira de sustentar os custos da sua produção com locução em português. Mas mais vale ser realistas. Há anos e anos que se anda a tentar esse apoio, e não vai acontecer assim com tanta facilidade. Talvez o melhor que se consiga é meter umas legendas, que é mais barato. Estive a confirmar que o Vimeo, onde o vídeo está alojado, já permite também a inclusão de legendas.

  6. Os palácios (antes e depois do teramoto) não foram contruidos pelo o rei XZY mas sim pelos trabalhadores portugueses.

    Toronto, Canadá

    • Caro Fernando, obrigado pelo seu comentário. As obras de arquitectura são citadas por quem as encomendou e/ou fez o projecto de arquitectura. Isto aplica-se a todo o tipo de trabalho que envolve direitos de autor: quem é citado, e quem tem os direitos da autoria do projecto, são as pessoas que encomendaram o mesmo, não quem o desenvolveu. Pode consultar a legislação sobre autoria de obras neste link se quiser.

  7. Parabéns! Belissima iniciativa. Sugiro estudos e representações semelhantes para a Lisboa de outros períodos históricos. Ficamos à espera…

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